A nossa marca principal. Vindima manual, castas francesas.
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Um terroir de vinhas com oliveiras e sobreiros atravessado por uma ribeira que nasce na Serra da Arrábida dando origem a vinhos de excelência.
Em Azeitão, na Península de Setúbal, cultivamos castas francesas e portuguesas nas terras da Quinta dos Arcos. Cada marca exprime uma faceta do nosso saber-fazer.
A nossa marca principal. Vindima manual, castas francesas.
Vinificações em ânforas de barro. Uma homenagem aos métodos ancestrais desde 2024.
Sangue Real
Para descobrir o espírito da Quinta sem compromisso. Frescura e prazer no dia-a-dia.
A Quinta dos Arcos está situada em Azeitão, a 35 km a sul de Lisboa, entre o Atlântico e o Parque Natural da Arrábida. Numa paisagem de sobreiros e oliveiras, a vinha atravessada por uma ribeira é plantada principalmente com castas francesas: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Sauvignon Blanc, além de Moscatel Graúdo.
Não é utilizado nenhum herbicida. A uva, vindimada à mão, provém exclusivamente da quinta.
Desde 2024, as nossas ânforas de barro dão origem a vinhos que homenageiam os métodos ancestrais de vinificação.
Provenientes exclusivamente da uva da Quinta dos Arcos, vindimada à mão. Enologia: Engº António Saramago.










Distribuição selectiva. Os nossos vinhos provam-se e compram-se aqui:
Todas as nossas garrafas têm rolhas de cortiça e são geralmente encapsuladas com uma gota de lacre ou com toda a cápsula em lacre.
Em Julho de 2026, a Quinta dos Arcos abrirá as portas da sua enoteca: um novo edifício concebido no respeito pela arquitectura vernacular portuguesa, com um terraço panorâmico aberto sobre a Serra da Arrábida.
Um lugar para provar os nossos vinhos, levá-los para casa, e partilhar um momento em torno de uma refeição ligeira, a qualquer hora do dia.
Descubra os nossos vinhos, com todos os preços: à garrafa para levar, à garrafa na Quinta, ao copo (12,5 cl) e em prova (5 cl).
A 35 km a sul de Lisboa, a poucos minutos das praias de Sesimbra, a nossa quinta recebe-o para provas privadas no coração das vinhas, da Adega das Ânforas e da mina centenária.
Descubra a história de uma exploração familiar, os edifícios centenários restaurados, e dois espaços de prova singulares: a mina — galeria subterrânea abobadada do início do século XX — e a sala das barricas. Aqui provará os nossos vinhos num enquadramento de excepção.

Nascido em 1948 em Vila Nogueira de Azeitão, a poucos quilómetros da Quinta dos Arcos, António Saramago é hoje o decano dos enólogos portugueses em actividade. Mais de sessenta anos de paixão, descoberta e excelência ao serviço do vinho português.
Formado na prestigiada Faculdade de Enologia da Universidade de Bordeaux, teve como mestres Émile Peynaud e Pascal Ribéreau-Gayon — os pais fundadores da enologia moderna. A sua carreira começa na José Maria da Fonseca, vizinha de Azeitão, antes de o levar a assinar alguns dos vinhos mais emblemáticos de Portugal, do Alentejo à Beira Interior, do Ribatejo à Península de Setúbal.
Reconhecido por Jancis Robinson e Robert Parker, laureado com o título de Enólogo do Ano, acompanha hoje a Quinta dos Arcos na criação de vinhos de autor fiéis ao espírito da Península de Setúbal.
Na Quinta dos Arcos, o mesmo olhar cultiva a vinha, restaura os edifícios e pinta os rótulos. Um percurso que une, num mesmo gesto, o trabalho da terra, a arquitectura e a pintura.
Tudo começa na vinha. Vindima manual, ausência total de herbicidas, atenção ao ritmo das estações. As uvas, exclusivamente provenientes da Quinta dos Arcos, expressam um terroir entre o Atlântico e a Serra da Arrábida — solos de origem calcária, brisas marítimas, longas horas de sol.
O acompanhamento técnico é assegurado pelo Engº António Saramago, decano dos enólogos portugueses. A cada vinho, uma intenção; a cada colheita, uma história.
Os edifícios centenários da Quinta foram restaurados com respeito pela memória do lugar. As fachadas tradicionais foram preservadas, os interiores ganharam uma linguagem contemporânea, e as soluções de sustentabilidade — como a recuperação de águas pluviais no telhado da adega — integram-se discretamente no património.
A Adega das Ânforas é o coração arquitectónico do projecto: um espaço pensado para acolher tanto a vinificação tradicional em barrica como a vinificação ancestral em ânforas de barro.
Uma prática pictórica que dialoga, há mais de uma década, com o trabalho da terra. Cada vinho ostenta uma obra original — pintada à mão, na tradição expressionista contemporânea: girassóis, retratos, cenas de vinificação, autorretratos. Os rótulos não são uma decoração: são uma extensão sensível do território.
O retrato pintado do Engº António Saramago, exposto na secção dedicada à enologia, é uma das obras desta série. Pintar quem assina os vinhos é, para o autor, uma forma de gratidão.
A 35 km a sul de Lisboa, fora das estradas principais, no campo entre o Atlântico e a Serra da Arrábida.